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Não é necessário enviar seus filhos ou ser Rotariano para receber um intercambista em sua casa. Ao hospedar um estudante de Intercâmbio de Jovens do Rotary, você estará ajudando não apenas a transformar um sonho em realidade, mas enriquecendo sua própria vida.
Como família anfitriã para um participante do Intercâmbio de Jovens do Rotary, você deverá:
Fornecer moradia e alimentação para o intercambista.
Supervisionar o estudante como supervisionaria seus próprios filhos.
Envolver o estudante em atividades e tarefas familiares.
Enriquecer a experiência do intercambista incluindo-o em atividades familiares, comunitárias e culturais.

As famílias anfitriãs não recebem ajuda de custo. O programa é realizado inteiramente por voluntários, o que ajuda a reduzir seu custo. Isso significa também que os intercambistas não pagam hospedagem, possibilitando que estudantes menos favorecidos financeiramente também possam desfrutar da experiência.

Para obter mais informações:

Se estiver interessado em hospedar um estudante de Intercâmbio de Jovens, leia o Guia para as Famílias Anfitriãs (PDF), onde poderá informar-se sobre o papel do Rotary, as responsabilidades da família, as perguntas mais frequentes e muito mais.
Entre em contato com o Rotary Club mais próximo (procure pelo website de um clube ou distrito no site do Rotary International).

Guia de Conduta da Família Hospedeira

Contato

Entrar em contato com o jovem que hospedará, antes de sua chegada, garantindo que estarão no aeroporto esperando por ele e contando um pouco sobre a constituição da família que o hospedará. Dar as explicações solicitadas por ele.

Documentação

A primeira família hospedeira que receber o jovem estrangeiro deve providenciar seu documento de identidade nacional.Todo jovem que cumpre o Intercâmbio de Longa Duração no Brasil precisa ter uma Cédula de Identidade de Estrangeiros. Este documento precisa ser obtido nos primeiros 30 dias após sua chegada. Caso este prazo não seja respeitado, existe uma pesada multa diária estabelecida pelas autoridades brasileiras. É responsabilidade da primeira família hospedeira levar o jovem à Policia Federal para providenciar o documento de identidade e arcar com os custo da emissão do documento.

Escola

É da responsabilidade da família hospedeira providenciar matrícula em uma escola e fazê-lo cumprir as obrigações escolares, como freqüência e as exigidas pela escola. Antes da chegada do jovem estrangeiro, a família deve fazer sua inscrição na escola escolhida. Deve combinar com a direção da escola a emissão mensal do Relatório Escolar e manter contato semanal com a orientadora educacional para acompanhar a evolução da adaptação do jovem estrangeiro. Deve informar à escola sobre as eventuais mudanças de famílias e sobre as viagens programadas pelo Rotary.

Espaço físico

A família hospedeira deve providenciar o lugar para acomodar adequadamente o jovem estrangeiro. Portanto, deve estar previamente arrumado seu quarto (ou cama, caso divida o quarto com um irmão), espaço no armário, banheiro que utilizará, etc.

Viagens

A família deverá sempre incluir o jovem estrangeiro em suas viagens. Caso isso não seja possível, propomos que a viagem seja programada para quando o jovem já tiver mudado para outra família hospedeira. Educação do jovemNão se esqueçam: recebemos jovens e, portanto, pessoas em formação. Precisamos contribuir para essa formação, ensinando, se necessário, hábitos de boas-maneiras, segundo nossa cultura. Ex: dizer bom-dia, obrigado, sorrir sempre que elogiado, cumprimentar com beijinho, etc.

Ensinar o Português

Aspecto fundamental! Quanto menos falarmos outra língua com o jovem strangeiro, mais cedo ele falará nosso idioma e, para surpresa de muitos, ao final do programa, com pouco sotaque. Não esqueçam que eles vêm para aprender nosso idioma e não para nos treinar no deles! Providenciar aulas de português para o jovem é muito útil. Garantir saúde e integridade física. É de responsabilidade da família zelar pelo jovem em todos os aspectos, como se filho fosse.

Transmitir a cultura local

Só assim poderemos divulgar bem nosso país, nosso idioma e garantir um verdadeiro aprendizado. Mas, com alguns cuidados. Por exemplo, não insistam para que comam uma feijoada ou doce de abóbora logo no início do programa. Eles estranham muito! Deve-se ir aos poucos.

Ensinar os hábitos da família

É uma outra forma de transmitirmos nossa cultura e ajudá-los a entender os limites necessários para uma boa convivência.No entanto, é muito importante que a família leve em consideração que os jovens estrangeiros vêm com hábitos característicos de sua cultura e, por causa disso, costumam apresentar algumas dificuldades em assimilar nossos costumes. Com muita paciência, ensinem nossos hábitos, mas não esperem grandes progressos... Procurem mostrar onde colocar a roupa suja, os copos usados, a escova de dentes, etc.

Prestar ajuda financeira

É assim que fazemos com nossos filhos. Conheça suas reais necessidades, inclusive financeiras, e dê atenção, suprindo-as da melhor forma possível. Condução, lanche para escola, levar e buscar de festas e programas oficiais do Programa, são exemplos de ajuda a serem seguidos.

Acolhimento Emocional

A família hospedeira deve se aproximar o máximo possível do intercambista, procurando compreendê-lo em suas dificuldades de adaptação, angústias e ansiedades. Lembremos que costumamos educar nossos filhos de forma bastante infantilizada, muitas vezes. Perguntar se ele está com fome, por exemplo, por ser sentido como se ele estivesse sendo tratado como criança. No entanto, ser indiferente a isso, pode parecer pouco caso. Procurem uma forma intermediária de abordá-lo, sem radicalismos ou exageros.

Comparações

As comparações entre os intercambistas, ou ainda entre o intercambista e o irmão que está viajando, é terrível. Os jovens sentem-se ofendidos e com a sensação que nunca agradam. Evite essa situação.

Ciúmes entre os irmãos

Os pais devem ficar atentos ao tipo de atenção que dá ao intercambista que está hospedado em sua casa. É comum despertar o ciúme dos irmãos. Então, procurem observar com cuidado se isso está ocorrendo e administrem com habilidade esta questão.

Saídas

Os jovens intercambistas, geralmente, querem aproveitar ao máximo sua estada aqui no Brasil. Por isso, eles pedem muito para sair. Os pais devem avaliar com carinho esses pedidos. Orientamos para que os intercambistas evitem o contato muito intenso com outros intercambistas. No entanto, com moderação não há problema, porque assim eles têm a possibilidade de fazer amizades com pessoas de outros países também. Claro que, devemos estimular os relacionamentos com os brasileiros, e a escola é um ambiente bem propriado para isso. Cuidado para não restringirem demais ou liberarem muito suas saídas. Saibam que, quando seus pedidos para sair são sempre negados, os jovens costumam se sentir infantilizados e não dignos de confiança. Mas, quando seus pedidos são aceitos sem restrição, é comum sentirem que a família quer se livrar de sua companhia e que não gostam deles. Fiquem atentos. O meio termo sempre é uma saída adequada.

Estas são algumas sugestões e orientações.

Diante de qualquer dificuldade ou dúvida sobre como proceder, a Comissão de Intercâmbio do NORBREX está à disposição, através dos Conselheiros, Oficiais de Intercâmbio e Presidentes de Clube e Coordenadores de Inbounds.

MAIORES INFORMAÇÕES:

PERNAMBUCO:
+55 (81) 98791.0229 Bruno Dantas (bruno@dantas.net)
+55 (81) 99965.8008 Malú Vinisnki (maluviniski@gmail.com)

RIO GRANDE DO NORTE:
+55 (84) 99977.7170 Daladiana Lima (limadaladiana@yahoo.com.br

PARAIBA:
+55 (83) 98807.8009 João Bosco (jbferraz4500yep@gmail.com)
+55 (83) 98855.0000 Agnes Hebert (agnes@speedyturismo.com.br

ALAGOAS – SERGIPE e NORTE DA BAHIA:
+55 (79) 99828.5849 Paulo Andrade (paulo.4390@gmail.com)


Tem entre 15 e 16 anos e quer passar um ano no exterior? Estão abertas as inscrições para a seleção dos intercambistas para o Programa de Longa Duração. Prepare-se para o melhor ano da sua vida. INSCREVA-SE acima e procure o Rotary Club mais próximo.

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